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O Projeto Paraolímpico,
executado à convite do Ministério Extraordinário
dos Esportes, permitiu ao CEFE desenvolver um “know
how”, inédito no Brasil, em avaliação
e prescrição de treinamento para atletas
da seleção paraolímpica brasileira,
que participou da Paraolímpiada de Atlanta-96.
Além de colher dados de interesse científico,
alguns já publicados, este trabalho proporcionou
a obtenção de importantes informações
acerca destes atletas, tais como:
· estabelecimento de padrões
de avaliação;
· criação de protocolos
de teste ergoespirométrico em cadeira de rodas
sobre esteira rolante, ergômetro de braço
e bicicleta ergométrica;
· criação de protocolos
de avaliação muscular isocinética
de membros superiores e inferiores;
· prescrição de
exercícios;
· supervisão de treinamento;
· suplementação
alimentar;
· avaliação, reavaliação
e acompanhamento de aproximadamente 60 atletas até
a cidade de Atlanta (EUA);
· elaboração e
desenvolvimento de um programa de aclimatização
ao calor e umidade relativa do ar para atletas paraolímpicos,
etapas realizadas em Manaus e Atlanta.
Depois dos Jogos Paraolímpicos de Atlanta (1996), o
CEFE também participou da avaliação e preparação
física das seleções paraolímpica brasileira que
participaram dos Jogos Paraolímpicos de Sidney (2000) e
Jogos Paraolímpicos de Atenas (2004).
O CEFE dispõe de ergômetros
(esteira e ergômetro de braço) adaptados
para indivíduos portadores de deficiência
física. Usuários de cadeiras de rodas
podem ser avaliados em testes de esforço utilizando
seu próprio equipamento, respeitando o princípio
de especificidade da avaliação.
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